Atualidade
Uma em cada cinco raparigas com idades entre os 13 e os 18 anos toma tranquilizantes ou sedativos, a maioria com prescrição médica, uma realidade que está a preocupar as autoridades de saúde.
A mortalidade por cancro em Portugal desceu ligeiramente em 2014, e continua abaixo da média europeia, mas o aumento do cancro colo-retal preocupa as autoridades que defendem a generalização do programa de rastreio a todo o país.
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) mostrou-se hoje preocupado com o caso de ‘legionella’ no Hospital da Régua, salientando a falta de informações aos profissionais, de rastreios e a incerteza quanto ao futuro da unidade de saúde.
Menos impostos, mais gastos com medicamentos e exames, como as colonoscopias, mais camas para cuidados continuados e a substituição de equipamento estiveram na origem da derrapagem orçamental da Saúde em 2015.
O ministro da Saúde revelou hoje no Parlamento que o regresso às 35 horas semanais vai custar às contas da Saúde entre 28 a 40 milhões de euros no segundo semestre deste ano.

